Estive recentemente em um processo seletivo de emprego – é preciso esclarecer que este recentemente quer dizer há uns três meses atrás – e me deparei com uma situação comum à entrevistas, a necessidade de entregar uma redação. Até aí, tudo bem. O problema era o tema que precisaríamos abordar, nada menos do que a tricky question: Quem sou eu?
Pode ser muito tranquilo para algumas pessoas, mas me encaixo na turma que não tem facilidade alguma em responder tal questão. Considero o ser humano extremamente complexo e imagino que passamos grande parte de nossas vidas tentando descobrir o que nos agrada, nos agride, nos exulta, nos deprime, nos satisfaz ou nos aborrece, e por este motivo, tenho imensa dificuldade em contar, de forma concisa (utilizando apenas quinze linhas) quem eu sou.
Foi um ensaio fadado ao insucesso desde suas primeiras linhas. Recordo que comecei dizendo que não iria responder a questão nas linhas que se seguiriam, mas que tentaria elucidar traços da minha personalidade que pudessem ajudá-los no processo seletivo. Disse que procurava me entender a cada dia, me descobrir, aprender com erros e acertos, e tentar ser recorrente nos acertos. Nada disso era suficiente. Demonstrei minha incapacidade de definir a mim mesma, e foi imperdoável.
Como alguém poderia me pedir tal tarefa? Como eu, que tenho mania de seguir por diversos caminhos para responder até a mais simples das questões, conseguiria responder algo tão vago? Não consegui. E ao ser inconclusa, acabei passando uma imagem duvidosa, incerta, algo que não estavam procurando.
Sem me marginalizar por isso, continuo sem poder esclarecer este mistério chamado eu, mas mesmo assim consigo desenvolver minhas tarefas com agradável interesse, e talvez essa junção de experiências me ajude responder a isso um dia. Ficarei aguardando o momento em que minha mente conseguirá me dizer, em quinze linhas, quem sou eu.
Enquanto isso não acontece, continuo filosofando sobre as milhares de possibilidades que formam essa pessoa que vos fala, até que me falte criatividade para questionar e só reste como alternativa concluir.
Nem preciso dizer que não passei neste processo, né?!
Daniela Castilho
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Errar é... humano
Digamos que, se errar é humano, perdoar então seria...humano também! É claro! Não poderia ser diferente, porque nossa natureza complexa é humanóide, e se perdoar fosse divino, isso nos tornaria incapazes de perdoar.
Partiremos então do pressuposto que perdoar seja também humano. Não é tarefa fácil e tampouco gera resultados a curto prazo, mas podemos entender como um processo que exige prática para que se atinja sua plenitude.
Tomemos como exemplo a freqüente ânsia de cuspir diversos xingamentos que vêm à nossa boca com uma facilidade tamanha - que nem sempre encontramos quando o desejo é por palavras construtivas - quando nos deparamos com situação comum do trânsito: uma "fechada". Nessas horas nem é preciso pensar, quando você cai em si, já está com o vidro do carro aberto, vomitando todo seu arsenal de palavras e expressões impróprias no pobre pecador.
E, tão certo como esta pessoa irá descarregar todo este estresse gratuito no próximo que cometer o menor dos deslizes, você também já ouviu isso tudo de alguém . É um ciclo vicioso de péssimos hábitos.
Para que este ciclo tenha um fim, ou pelo menos uma interrupção, é preciso que você faça sua parte. Sei que esta frase soa um tanto piegas, porém não há outra que retrate tão bem a situação. Se não engolir os xingamentos, se não pensar antes de agir, vai continuar contribuindo com a intolerância. Você. E mais ninguém.
Estas pequenas práticas te ensinam a se tornar alguém mais tolerante com o tropeço alheio, e assim, mais tolerante consigo nos seus próprios erros.
Já disse que não é fácil, mas como é popularmente dito que "a prática leva à perfeição", que tal começar?
Conheço grandes pessoas que se tornaram grandes através de pequenos gestos, e procuro aprender com elas o desapego ao orgulho desnecessário pra, quem sabe, também ser grande um dia.
Posso dizer que Eu perdoei o Obina, e você, falta perdoar alguém?
Daniela Castilho
Partiremos então do pressuposto que perdoar seja também humano. Não é tarefa fácil e tampouco gera resultados a curto prazo, mas podemos entender como um processo que exige prática para que se atinja sua plenitude.
Tomemos como exemplo a freqüente ânsia de cuspir diversos xingamentos que vêm à nossa boca com uma facilidade tamanha - que nem sempre encontramos quando o desejo é por palavras construtivas - quando nos deparamos com situação comum do trânsito: uma "fechada". Nessas horas nem é preciso pensar, quando você cai em si, já está com o vidro do carro aberto, vomitando todo seu arsenal de palavras e expressões impróprias no pobre pecador.
E, tão certo como esta pessoa irá descarregar todo este estresse gratuito no próximo que cometer o menor dos deslizes, você também já ouviu isso tudo de alguém . É um ciclo vicioso de péssimos hábitos.
Para que este ciclo tenha um fim, ou pelo menos uma interrupção, é preciso que você faça sua parte. Sei que esta frase soa um tanto piegas, porém não há outra que retrate tão bem a situação. Se não engolir os xingamentos, se não pensar antes de agir, vai continuar contribuindo com a intolerância. Você. E mais ninguém.
Estas pequenas práticas te ensinam a se tornar alguém mais tolerante com o tropeço alheio, e assim, mais tolerante consigo nos seus próprios erros.
Já disse que não é fácil, mas como é popularmente dito que "a prática leva à perfeição", que tal começar?
Conheço grandes pessoas que se tornaram grandes através de pequenos gestos, e procuro aprender com elas o desapego ao orgulho desnecessário pra, quem sabe, também ser grande um dia.
Posso dizer que Eu perdoei o Obina, e você, falta perdoar alguém?
Daniela Castilho
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Sejamos diferentes
A TV está desligada. Não, não é culpa do apagão.
É simplesmente parte da rotina. Chegar em casa depois de um dia de trabalho cansativo me traz a vontade de desabafar. Sorte que tenho pessoas dispostas a ouvir.
Essa minha necessidade latente de processar o aprendizado diário discutindo, conversando e ouvindo, faz com que as pessoas do meu convívio diário sejam grandes fontes de inspiração. E o ambente é propício para novas descobertas.
Enquanto a TV permanece desligada, procuro algo que me faça compreender sua essência no desenrolar das palavras sendo escritas e que seja capaz de se transformar num poduto final cheio de sentido.
E, como é de praxe, conversamos. Entre tantas coisas, lembramos da situação política do país - comentamos sobre conceituados colunistas em plena campanha pró-PSDB - e do cenário mundial; falamos sobre a juventude, seus hábitos e sobre o que acreditmos que seria ideal para uma sociedade futura mais saudável.
São muitos assuntos, e diante de opiniões tão variadas, aprendemos a respeitar os diferentes pontos de vista. Até fui duramente criticada em virtude de meus últimos textos, tive que defender minha criação com unhas e dentes, mesmo aceitando o fato que, em alguns momentos, estivesse confundindo ao invés de esclarecer.
Esta imersão em reflexões diárias culminam com a participação em inúmeras discussões onde começo com uma opinião e termino considerando outras hipóteses, o que me leva a ver o quanto tenho a aprender e quantas coisas devo considerar antes de emitir um comentário. Acompanhar o crescimento, os relatos e as vivências de cada um inserido neste contexto, também faz ver que compartilhar as experiências pode, de alguma forma, prover alguém com informações que pudessem estar lhe faltando.
Que me perdoem as pessoas as quais expus neste escrito, mas esta é minha melhor forma de agradecê-los pelos constantes desafios que impõem à minha mente. É minha maneira de dizer que me orgulho de ser eventualmente contrariada e que tudo isso tem me feito crescer, como pessoa e como intelecto. Agradeço pela oportunidade de compartilhar minhas idéias.
Minha TV continua desligada, mas agora que terminei, pretendo assistir um pouquinho.
Daniela Castilho
É simplesmente parte da rotina. Chegar em casa depois de um dia de trabalho cansativo me traz a vontade de desabafar. Sorte que tenho pessoas dispostas a ouvir.
Essa minha necessidade latente de processar o aprendizado diário discutindo, conversando e ouvindo, faz com que as pessoas do meu convívio diário sejam grandes fontes de inspiração. E o ambente é propício para novas descobertas.
Enquanto a TV permanece desligada, procuro algo que me faça compreender sua essência no desenrolar das palavras sendo escritas e que seja capaz de se transformar num poduto final cheio de sentido.
E, como é de praxe, conversamos. Entre tantas coisas, lembramos da situação política do país - comentamos sobre conceituados colunistas em plena campanha pró-PSDB - e do cenário mundial; falamos sobre a juventude, seus hábitos e sobre o que acreditmos que seria ideal para uma sociedade futura mais saudável.
São muitos assuntos, e diante de opiniões tão variadas, aprendemos a respeitar os diferentes pontos de vista. Até fui duramente criticada em virtude de meus últimos textos, tive que defender minha criação com unhas e dentes, mesmo aceitando o fato que, em alguns momentos, estivesse confundindo ao invés de esclarecer.
Esta imersão em reflexões diárias culminam com a participação em inúmeras discussões onde começo com uma opinião e termino considerando outras hipóteses, o que me leva a ver o quanto tenho a aprender e quantas coisas devo considerar antes de emitir um comentário. Acompanhar o crescimento, os relatos e as vivências de cada um inserido neste contexto, também faz ver que compartilhar as experiências pode, de alguma forma, prover alguém com informações que pudessem estar lhe faltando.
Que me perdoem as pessoas as quais expus neste escrito, mas esta é minha melhor forma de agradecê-los pelos constantes desafios que impõem à minha mente. É minha maneira de dizer que me orgulho de ser eventualmente contrariada e que tudo isso tem me feito crescer, como pessoa e como intelecto. Agradeço pela oportunidade de compartilhar minhas idéias.
Minha TV continua desligada, mas agora que terminei, pretendo assistir um pouquinho.
Daniela Castilho
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Isso sim é o fim
Não, não, não. Não é apagão geral que atingiu o Brasil na última terça-feira, ou a iminente estréia do filme de conceito apocalíptico 2012, e nem a queda de três vigas de um trecho da obra do rodoanel em São Paulo que me fazem questionar se chegamos ao fim dos tempos. Nada disso.
O que atingiu em cheio ao bom senso foi constatar a propaganda eleitoral pró-governo em meio as linhas da prova do Enade, prova esta que deveria ter como função principal avaliar o nível dos alunos de cursos superiores do Brasil, sem qualquer tipo de parcialidade.
Digo "deveria" porque o intuito era pra ser esse. Mas não foi.
Na última prova aplicada aos estudantes universitários é possível observar o desrespeito à democracia promovido por um governo que, cada vez mais, pisa na bola. Algumas questões apresentadas não desafiam ou sequer buscam medir os conhecimentos adquiridos, mas sim levá-los a pensar - e responder - conforme os devaneios de autoridades nada democráticas.
Dentre os muitos absurdos, em uma das questões, justifica-se a declaração de Lula sobre a crise mundial tratar-se apenas de uma "marolinha" como pertinente, e o motivo de ter sido alvo de ferrenhas críticas foi preconceito por parte da mídia. E foi neste caminho que as outras questões seguiram, sem qualquer propósito que não fosse publicidade e propaganda gratuita ao governo e aversão ao livre pensamento, representado pela mídia.
Já não bastasse a forma populista de governar, Lula e seus "companheiros" nos ofereceram mais um episódio passível de indignação e repulsa. São tantos erros, apoios indevidos, investigações inconclusas e tanta exploração da imagem política de massa, que cheguei ao ponto extremo, quero mudança!
Essa mudança que proponho é uma linha de governo diferente, abolindo o continuísmo e dando a oportunidade de que novas tentativas sejam feitas para encontrarmos políticos mais preparados e menos corruptos.
Importante mesmo é enviar a mensagem que não ficaremos de mãos atadas diante de tantas afrontas à nossa suada democracia.
Daniela Castilho
O que atingiu em cheio ao bom senso foi constatar a propaganda eleitoral pró-governo em meio as linhas da prova do Enade, prova esta que deveria ter como função principal avaliar o nível dos alunos de cursos superiores do Brasil, sem qualquer tipo de parcialidade.
Digo "deveria" porque o intuito era pra ser esse. Mas não foi.
Na última prova aplicada aos estudantes universitários é possível observar o desrespeito à democracia promovido por um governo que, cada vez mais, pisa na bola. Algumas questões apresentadas não desafiam ou sequer buscam medir os conhecimentos adquiridos, mas sim levá-los a pensar - e responder - conforme os devaneios de autoridades nada democráticas.
Dentre os muitos absurdos, em uma das questões, justifica-se a declaração de Lula sobre a crise mundial tratar-se apenas de uma "marolinha" como pertinente, e o motivo de ter sido alvo de ferrenhas críticas foi preconceito por parte da mídia. E foi neste caminho que as outras questões seguiram, sem qualquer propósito que não fosse publicidade e propaganda gratuita ao governo e aversão ao livre pensamento, representado pela mídia.
Já não bastasse a forma populista de governar, Lula e seus "companheiros" nos ofereceram mais um episódio passível de indignação e repulsa. São tantos erros, apoios indevidos, investigações inconclusas e tanta exploração da imagem política de massa, que cheguei ao ponto extremo, quero mudança!
Essa mudança que proponho é uma linha de governo diferente, abolindo o continuísmo e dando a oportunidade de que novas tentativas sejam feitas para encontrarmos políticos mais preparados e menos corruptos.
Importante mesmo é enviar a mensagem que não ficaremos de mãos atadas diante de tantas afrontas à nossa suada democracia.
Daniela Castilho
terça-feira, 3 de novembro de 2009
O fim do mundo é relativo
Nada me deixou mais intrigada neste final de semana do que uma reportagem que li sobre o suposto fim do mundo em 2012.
Os dados são interessantíssimos, mas, como todas as hipóteses, ainda é preciso comprovação. E sendo assim, há duas vertentes para seguirmos neste caso, o que quer dizer que podemos acreditar e nos juntar aos que afirmam com veemência a chegada do apocalipse, ou podemos nos juntar aos "discípulos de São Tomé", esperando "ver para crer", e isto, neste caso, nem chegaria a tanto.
Posso dizer que pertenço a segunda linha de pensamento.
Não é somente pelo fato de tratarem-se de suposições, que em alguns momentos desafiam o bom senso - como é o caso da tese do ressurgimento de outro planeta, até então inexistente - mas principalmente pelo fracasso de todas as previsões até aqui.
Naturalmente, encontrei meu desafio escondido nas entrelinhas deste episódio.
Passei a procurar os motivos que nos levariam a crer no fim do mundo, que forças seriam estas que nos atraem a prever nosso fim das maneiras mais bizarras possíveis?
Em minha visão nada tecnica, acredito que a certeza de que cada um de nós terá um fim, aliado a falta de noção do quando e como isso irá acontecer, nos deixa querendo assumir o controle de uma das poucas coisas que ainda não temos idéia de como controlar.
Esse desejo de possuir as "rédeas" do seu próprio destino, pode fazer o homem entrar em devaneios e buscar prever todas as possibilidades do fima da espécie, mostrando que se não somos donos do nosso destino, pelo menos podemos divagar sobre ele e procurar descobrir o que nos espera.
Nada impede de tentarmos entender os mistérios que cercam nossa existência. Eu, inclusive, sou adepta desta busca por respostas que normalmente trazem cada vez mais perguntas do que as soluções propriamente ditas, mas é uma forma de manter o cérebro funcionado como quero, e não como "querem".
Fato é que o desconhecido nos amedronta, mas não pode nos diminuir. A incerteza traz consigo o medo, mas ele é preciso para que possamos superar nossos limites. Quanto maiores forem as barreiras do conhecimento, mais satisfação teremos ao transpô-las e ao encontrarmos as respostas.
Crer num caminho certo para seu destino não deve te acovardar em tentar mudá-lo. Acreditar não significa deixar de lutar, nem aceitar significa se acomodar. As respostas são muitas, e as perguntas mais ainda. Descobrí-las é um prazer imenso a nossa inteligência, basta que não deixemos de duvidar.
É saudável ter medo do desconhecido e procurar de maneiras incontáveis a melhor forma de explicar o inexplicável, porque afinal, "se você não sente medo, é porque não está suficientemente atento", e o fim do mundo pode mesmo estar logo ali.
Daniela Castilho
Os dados são interessantíssimos, mas, como todas as hipóteses, ainda é preciso comprovação. E sendo assim, há duas vertentes para seguirmos neste caso, o que quer dizer que podemos acreditar e nos juntar aos que afirmam com veemência a chegada do apocalipse, ou podemos nos juntar aos "discípulos de São Tomé", esperando "ver para crer", e isto, neste caso, nem chegaria a tanto.
Posso dizer que pertenço a segunda linha de pensamento.
Não é somente pelo fato de tratarem-se de suposições, que em alguns momentos desafiam o bom senso - como é o caso da tese do ressurgimento de outro planeta, até então inexistente - mas principalmente pelo fracasso de todas as previsões até aqui.
Naturalmente, encontrei meu desafio escondido nas entrelinhas deste episódio.
Passei a procurar os motivos que nos levariam a crer no fim do mundo, que forças seriam estas que nos atraem a prever nosso fim das maneiras mais bizarras possíveis?
Em minha visão nada tecnica, acredito que a certeza de que cada um de nós terá um fim, aliado a falta de noção do quando e como isso irá acontecer, nos deixa querendo assumir o controle de uma das poucas coisas que ainda não temos idéia de como controlar.
Esse desejo de possuir as "rédeas" do seu próprio destino, pode fazer o homem entrar em devaneios e buscar prever todas as possibilidades do fima da espécie, mostrando que se não somos donos do nosso destino, pelo menos podemos divagar sobre ele e procurar descobrir o que nos espera.
Nada impede de tentarmos entender os mistérios que cercam nossa existência. Eu, inclusive, sou adepta desta busca por respostas que normalmente trazem cada vez mais perguntas do que as soluções propriamente ditas, mas é uma forma de manter o cérebro funcionado como quero, e não como "querem".
Fato é que o desconhecido nos amedronta, mas não pode nos diminuir. A incerteza traz consigo o medo, mas ele é preciso para que possamos superar nossos limites. Quanto maiores forem as barreiras do conhecimento, mais satisfação teremos ao transpô-las e ao encontrarmos as respostas.
Crer num caminho certo para seu destino não deve te acovardar em tentar mudá-lo. Acreditar não significa deixar de lutar, nem aceitar significa se acomodar. As respostas são muitas, e as perguntas mais ainda. Descobrí-las é um prazer imenso a nossa inteligência, basta que não deixemos de duvidar.
É saudável ter medo do desconhecido e procurar de maneiras incontáveis a melhor forma de explicar o inexplicável, porque afinal, "se você não sente medo, é porque não está suficientemente atento", e o fim do mundo pode mesmo estar logo ali.
Daniela Castilho
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